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Seminário "Por um Mundo Rural Vivo"

 

No âmbito da Semana Portugal Bio 2009, a INTERBIO organizou um seminário sobre o tema "Por um Mundo Rural Vivo", que teve lugar dia 21 de Novembro, pelas 15h, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Do programa constaram as seguintes intervenções (clicar nos links para download dos textos e apresentações): 

  • Drª Maria Santos (Presidente da INTERBIO)

"Por um Mundo Rural Vivo"

  • Prof. António Covas (Faculdade de Economia da Universidade do Algarve)

"Neo-rurais e mercados de futuro em agrocultura"

  • Prof. Manuel Luís Tibério (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) 

"Pequena agricultura familiar e comercialização de proximidade: desafios e potencialidades"

  • Dr. Francisco Casero (Presidente do Comité Andaluz de Agricultura Ecológica) 

"Agricultura biológica, sustentabilidade e políticas agrícolas"

Regime de Fruta Escolar deve apostar na distribuição de fruta BIO nas escolas

A INTERBIO - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica, saúda a publicação da Portaria nº1242/2009 de 12 de Outubro que institui o Regime de Fruta Escolar (RFE) e que refere as frutas e legumes biológicos como sendo uma das opções preferenciais a distribuir pelas escolas.

"Esta medida, que vai ao encontro das propostas apresentadas pela INTERBIO quer ao Governo quer na Comissão de Agricultura da Assembleia da República, representa o acesso a fruta biológica por parte de milhares de crianças e o reconhecimento dum modo de produção que respeita o ambiente e a saúde da população" declarou Maria Santos, presidente da INTERBIO.

A agricultura biológica não aplica adubos químicos nem pesticidas de síntese o que permite que se possa consumir a fruta biológica com a casca em total segurança.

Foi com o objectivo da introdução de fruta de agricultura biológica nas escolas que a INTERBIO lançou a petição "FRUTA SIM. BIO MELHOR!" que já recolheu mais de um milhar de assinaturas.

"No entanto a INTERBIO lamenta que o RFE se restrinja às escolas do primeiro ciclo e que não abranja o abastecimento das creches e jardins-de-infância. Lamentamos ainda que a fruta BIO não tenha sido claramente colocada como primeira prioridade mas apenas em igualdade com outros sistemas que aplicam adubos químicos e pesticidas de síntese," refere ainda Maria Santos, ex-deputada na Assembleia da República e no Parlamento Europeu.